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Tênis

O TÊNIS EM RIBEIRÃO PRETO

 

O agitado mercado do tênis brasileiro, que hoje conta com aproximadamente mais de um milhão e meio de praticantes, vem crescendo cada vez mais. O esporte chegou ao Brasil no final do século 19. Mesmo sendo considerado um esporte de elite, sua prática passou a ser moda, e Ribeirão Preto não podia ficar fora dela.

A primeira quadra foi inaugurada em Ribeirão em 1927, no Enforluz, um clube que ficava no centro da cidade, onde hoje é a sede do Sesc. Segundo Vicente Souto, 80, um dos primeiros atletas da cidade, o clube durou cerca de 40 anos e possuía apenas duas quadras: uma iluminada e outra não.

Foi pegando bolinhas que Souto se apaixonou pelo esporte. “Antigamente não existiam campeonatos nem torneiros, eram apenas intercâmbios”, conta ele. O atleta, que pratica o tênis até hoje, tem uma preferência: “Só gosto de jogar em quadras de saibro, os outros tipos eu não gosto” afirma.

A Sociedade Recreativa de Esportes foi o segundo clube a construir novas quadras de tênis na cidade. Foi lá que Paulo Campos, 53, hoje presidente da Federação Paulista de Tênis, se rendeu aos encantos do esporte. “Na década de 70, como eu era apaixonado por futebol, tentei seguir a carreira, mas aí descobri o tênis”.

Depois de participar dos jogos universitários em 1974, Campos foi convidado por Rene Strang, diretor da Recreativa na época, para dar aulas de tênis no clube. “Aceitei o convite imediatamente. Em agosto desse mesmo ano fundei a escolinha de tênis da Recra”, conta ele. Iniciada  com quatro alunos, a escola chegou a ter 300.

Como treinador, Campos admite que foi muito exigente com os atletas. Para ele, só assim seria possível conseguir um grande desempenho deles. “Para ser um grande tenista é preciso muita dedicação”.

O grande objetivo de Campos era difundir o tênis na cidade e por suas mãos passaram vários atletas, entre eles, Silvana Campos, irmã do atleta que, segundo ele, foi a número um do mundo na Categoria Juvenil e a primeira mulher a participar de uma Olimpíada. “Foi em Los Angeles e eu estava lá com ela”, diz, empolgado.

Completando o time de Campos, Roberto Jábali, 35, também ganhou prestígio quando foi classificado como número um do mundo na categoria juvenil e semi-finalista de Roland Garros que é disputado em Paris . A carreira de Jábali começou quando ele tinha seis anos, aos nove, o garoto já participava de torneios. “Começei minha carreira na escolinha de tênis da Recra, e assim o esporte passou fazer parte da minha vida”.

Em 1994 Jábali, teve o melhor resultado profissional, onde foi vice campeão de um torneio da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) campeonato profissional no México. Até nos dias hoje Jábali está entre os 10 brasileiros da história do tênis profissional brasileiro, até conseguir chegar em uma final deste porte. “Foi no torneio do México, além disso, no mesmo ano, joguei contra o Peru na Copa Davis”, principal e a única competição entre países, que, em 1997, foi sediado por Ribeirão, tendo como palco as quadras do Tennis Country Club. Neste ano Jábali também fazia parte da equipe brasileira.

Hoje, em Ribeirão Preto, são cerca de 164 quadras que abrigam os mais variados tipos de atletas.

Entre os grandes nomes da cidade que merecem destaque atualmente estão: André Stabili, André Mieli e Rafael Garcia. Mesmo assim, especialistas no esporte afirmam que a cidade está carente de grandes torneios e competições.

O presidente da Federação acredita que a falta de patrocínio para a realização de grandes torneios, dificulta a difusão do esporte na cidade. “O tênis é o segundo esporte de Ribeirão, mas, se fosse possível mais patrocínio, teríamos um maior destaque lá fora”, completa.

 

 

Fávia Rodrigues  -  Texto publicado no Informativo Social Esporte edição de Maio de 2006. 

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RTR: Ribeirão Preto / Florianópolis    

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